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Historia dos protozários

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Se por um lado, contém um comparativo pequeno número de grandes formas os protozoários são inobserváveis a olho nu. Só puderam ser compreendidos com a invenção do microscópio por Anton van Leeuwenhoek (1632-1723), que é reconhecido como pai da Protozoologia. Polindo ele próprio suas lentes, Leeuwenhoek, construiu mais de 400 lentes, incluindo uma que tem aumento de 270 vezes ! Em seus estudos, descobriu vários protozoários. DOBELL (1932) comenta que foi Leeuwenhoek o primeiro a observar em 1674 os protozoários de vida livre. Entre 1674 a 1716, muitos protozoários foram registrados por este holandês, que publicou suas observações na Royal Society of London (instituição científica de grande respeitabilidade que já existia na época), apresentando a comunidade científica: Vorticella, Stylonychia, Carchesium, Volvox, Coleps, Kerona, Anthophysis,Elphidium, etc. Em 1691, Colpodafoi descrito por Buonanni; em 1696, Harris, redescobre a Euglena ! ; Joblot, em 1718 publica o 1o atlas de organismos microscópicos; Woodruff (1937) comenta que Joblot apresenta em seu trabalho a figura do Paramecium. Seguindo , a história registra que Trembley em 1744, estuda a divisão de alguns ciliados; incluindo provavelmente o Paramecium, cujo nome genérico foi publicado por Hill em 1752. Nocytiluca foi descrito por Baker em 1753.

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Em seus estudos, Rösel von Rosenhof (1755), observou um organismo denominado por ele de : “der kleine Proteus”, bem como : Vorticella, Stentor e Volvox. O “Proteus”que Linnaeus denominou de Volvox chaos em 1758 e mais tarde denominado de Chaos proteus em 1767, não foi identificado com nenhum outro conhecido organismo amebóide, de acordo com (KUDO,1946). O conhecimento dos tricocistos foi obtido por Ellis em 1769; seguido de Eichhorn que em 1783 observa os heliozoários. O conhecimento de ciclose em Paramecium foi obtido por Gruituisen no início do século 19. Uma grande contribuição foi gerada pelo trabalho de Ehrenberg (entre 1828 e 1838) publicando Die Infusionsthierchen als volkommene Organismen, com diagnoses de gêneros e espécies até hoje praticamente validas em seu contexto geral para a Taxonomia. A história ainda é longa ..., mas dando um salto no tempo, chegamos a 1879, quando a primeira monografia sobre protozoários (Freshwater Rhizopods of North America) é publicada nos EUA por Leidy; registrando várias formas interessantes, até então desconhecidas na Europa. Um dos melhores trabalhos até hoje, assim considerado , foi o de Bütschli que de 1880 a 1889 estabeleceu as bases da taxonomia das espécies de protozoários.

A variedade de formas e estruturas do núcleo dos protozoários; tornou-se o desafio para estudos de inúmeros citologistas em todo o mundo; entre eles citamos Weismann que com Schaudinn contribuíram muito para o desenvolvimento dos estudos citológicos com Protozoa.; Calkins (EUA) e Doflein (Alemanha) escreveram no início do século os atuais livros textos de Protozoologia, descrevendo profundamente a taxonomia e a sua biologia., Jenning, por exemplo, devotou aproximadamente 40 anos nos estudos de genética dos protozoários. Acerca do conhecimento atual sobre protozoários parasitas , DOBELL (1932) comenta a importância do trabalho de Leeuwenhoek que foi o primeiro a observar protozoários parasitas em 1674, como: o cocídio Eimeria stiedae na bexiga urinária de um coelho em idade avançada; de seus próprios resíduos estomacais, quando acometido de diarréia, detectou Giardia intestinalis, em 1681; isolou Opalina e Nyctotherus no conteúdo estomacal de anuros (sapos e rãs) em 1683. Müller em 1773, isola Trichomonas bucal, típica no homem, denominada de Cercaria tenax por DOBELL (1939). Até a publicação do trabalho de Dufour em 1828, não se tinha a menor idéia da existência de protozoários vivendo no interior de outros organismos; a partir de então passamos a conhecer as gregarinas , isoladas do trato digestivo de Coleoptera, típica em Tenebrio molitor. O gênero Trypanosoma foi criado por Gruby em 1843; entretanto em 1841, do sangue de salmão, Valentine, observou pela primeira vez, os flagelados; em 1842, Gluge descobre o tripanosoma em sapos e rãs.

Em 1849 Gros, detecta Entamoebagengivalis na boca humana. Trichomonas e Chilomastix são detectados 5 anos após por Davaine. Em 1857 Balantidium coli, é descoberto por Malmsten. Na Índia; Lewis observa em 1870, aEntamoeba coli. Em 1875 na Rússia, é encontrada a Entamoeba histolytica por Lösch Em 1870, Pasteur contribui com a descoberta de Nosema bombycis, contribuindo com suas informações para a primeira aplicação prática de um efetivo método de controle de infecções, desta forma a indústria de sedas pode se recuperar dos prejuízos econômicos causados pela doença que atacava e matava lagartas do bicho-da-seda nas diversas sericiculturas européias.

Texto: Prof. Ricardo Cabral (UESC)

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